Exemplos de Metodologia Ágil: 3 Ferramentas Incríveis de Resultados
Você já entendeu que a Metodologia Ágil é um divisor de águas para quem busca mais eficiência e resultados, certo?
Mas com tantas opções por aí, como saber quais ferramentas realmente fazem a diferença no dia a dia do seu negócio e projetos?
Então, se você precisa ter mais agilidade na prática com qualidade, mas ainda se perde entre os nomes e as aplicações, é isso que vamos mostrar aqui.
Porque vamos descomplicar as 3 das mais poderosas ferramentas ágeis que vão transformar a forma como você gerencia seus projetos e entrega valor.
Logo, se você já se viu em um projeto onde os prazos sumiam, os custos explodiam e o resultado final parecia não ter nada a ver com a ideia inicial, fique aqui com a gente até o final para você acabar com este problema agora.
Exemplos de Metodologia Ágil
O QUE É E PARA QUE SERVE A METODOLOGIA ÁGIL (DE FORMA BEM PRÁTICA)?
Para que as ferramentas fiquem muito claras, antes é preciso entender muito bem o que é a Metodologia Ágil.
Que de forma bem prática, são formas de conduzir projetos para conseguir ter maior organização e rapidez nos processos de uma empresa, independentemente do porte.
E assim, resolvendo possíveis erros, desperdícios e problemas de comunicação, por exemplo.
Em outras palavras, as metodologias ágeis buscam otimizar fluxos de trabalho, melhorar a produtividade de projetos e elevar as perspectivas de sucesso do seu negócio.
E isso vale em toda a parte produtiva da empresa, da sua concepção até a entrega do produto/serviço final.
A base das metodologias…
Basicamente, as metodologias ágeis se baseiam em 4 pilares: praticidade nos processos, comunicação assertiva, alinhamento de expectativas e adaptabilidade somada a flexibilidade.
Ou seja, essa metodologia foca em um fluxo de trabalho mais ágil, flexível, práticos, planejados e organizados.
Dessa maneira, podemos dizer que as metodologias ágeis buscam simplificar o modo em que os projetos ou processos são executados, influenciando o resultado final de forma positiva.
Então, se ainda não sabe e quer conhecer melhor o que é a metodologia ágil e todas as suas vantagens, assista esse vídeo que explica isso de forma prática. Clicando neste botão aqui embaixo 🙂
Agora, se você já sabe como funciona a metodologia ágil, vamos lá para as 3 ferramentas incríveis e mais utilizadas pelos profissionais:
1. LEAN
A ideia central do Lean é entregar o máximo de valor para os clientes, eliminando desperdícios em qualquer processo.
Não importa se você produz algo, presta um serviço ou desenvolve um produto digital, o Lean busca otimizar cada etapa para o que realmente importa.
COMO FUNCIONA NA PRÁTICA:
- IDENTIFIQUE O VALOR: primeiro, entenda o que seus clientes realmente valorizam e quanto estão dispostos a pagar.
- MAPEIE O FLUXO DE VALOR: depois, desenhe o processo que entrega esse valor, desde o pedido até a entrega final.
- CRIE FLUXO CONTÍNUO: então, elimine gargalos e interrupções para que o trabalho flua suavemente, sem paradas desnecessárias.
- ESTABELEÇA UM SISTEMA PUXADO: produza ou entregue apenas quando houver demanda. Evite acumular trabalho ou criar estoque que não será usado imediatamente.
- BUSQUE A PERFEIÇÃO (Melhoria Contínua): por fim, incentive sua equipe a sempre buscar formas de otimizar, reduzir desperdícios e aprimorar o processo.
Logo, podemos dizer que a metodologia Lean serve para empresas de qualquer porte que querem otimizar processos, reduzir custos e tempo, e entregar o máximo de valor com o mínimo de recursos.
Então, se quiser saber mais como trabalhar o Lean no seu negócio e projetos, escreva nos comentários “LEAN” que se tiver bastante comentário deste, ficaremos felizes em desenvolver um conteúdo explicando isso para você, combinado?
2. KANBAN
O termo “Kanban” é de origem japonesa e significa “sinalização” ou “cartão”.
Ele propõe o uso de cartões (post-its) para indicar e acompanhar o andamento da produção dentro de um negócio ou projeto.
Kanban é um sistema visual de gestão de trabalho ou do fluxo de produção em empresas e projetos. Ele utiliza cartões coloridos (ou post-its).
E é justamente por isso que também é conhecido como gestão visual, em razão do uso de cores dos cartões como sinalizadores.
Ou seja, é uma forma de registrar tarefas e ações por meio de simbologias visuais.
O foco do Kanban é priorizar a produtividade e a organização das entregas. O objetivo é proporcionar um trabalho mais transparente e direcionado.
Em geral, o conceito de Kanban pode ser definido por três pontos:
SISTEMA VISUAL:
Um processo, definido em um quadro dividido por colunas para organizar o trabalho em segmentos ou status.
E em cada espaço, coloca-se um post-it no lugar apropriado para indicar onde cada item está no fluxo de trabalho como um todo.
CARTÕES COLORIDOS (OU POST-IT):
Descrevem o trabalho real que está no determinado processo.
TRABALHO EM ANDAMENTO:
Permite atribuir os limites de quantos itens podem estar em andamento em cada segmento ou estado do fluxo de trabalho.
Dessa maneira, o Kanban consegue trabalhar um fluxo de trabalho que busca indicar (e limitar) o trabalho em andamento.
E isso ajuda a deixar os trabalhos mais tangíveis e realistas.
COMO FUNCIONA O KANBAN
O Kanban se baseia no sistema de “produção puxada”. Ou seja, trata-se de um sistema visual que busca gerenciar o trabalho conforme ele se move pelo processo.
Em outras palavras, visualiza o fluxo previsto, com todas as etapas envolvidas e o trabalho real.
E seu objetivo é identificar os possíveis gargalos, fazendo correções para que haja fluidez nas atividades da empresa.
O Kanban é composto por três colunas básicas: tarefas a serem feitas, tarefas sendo executadas e tarefas concluídas.
Mas isso pode ser ajustado de acordo com a sua necessidade.
TAREFAS A SEREM FEITAS (TO DO):
Geralmente, esta coluna é a primeira do Kanban. Aqui, lista-se as tarefas importantes que precisam ser feitas.
É muito importante que cada tarefa seja escolhida da maneira estratégica e que realmente trará resultados.
Quando cada tarefa começar a ser realizada, ela é movida para a próxima coluna, que é a de “tarefas sendo executadas”.
TAREFAS SENDO EXECUTADAS (DOING):
Nesta coluna, ficam todas as tarefas que estão sendo realizadas. E assim, ficará claro tudo o que está sendo trabalhado em um determinado momento e quando serão entregues.
Desse modo, quando cada tarefa for realizada, ela é movida para a 3a coluna (“tarefas concluídas”).
Sendo assim, abre-se espaço para começar uma nova tarefa que estava considerada na 1a coluna (“Tarefas a serem feitas”).
TAREFAS CONCLUÍDAS (DONE):
E aqui, ficam as tarefas já concluídas. E o objetivo é arrastar todos os cartões até aqui para realizar e entregar todo o projeto ou processo em questão.
Ao mesmo tempo um ponto importante é que visualizando todo o processo do Kanban, é possível enxergar o fluxo de trabalho no geral.
E assim, garantir a qualidade esperada dentro dos prazos estipulados. Ou seja, ter tangibilidade e coerência.
Então, se quiser descobrir todas as vantagens do Kanban para o seu negócio e como trabalhar essa metodologia do jeito certo, assista esse vídeo que mostra tudo isso. Clicando neste botão aqui embaixo 🙂
3. SCRUM
Basicamente, SRUM é um conjunto de ações para gestão de projetos de alta performance ou complexidade. É uma estrutura pré-definida que otimiza recursos, custos e tempo.
Ou seja, os profissionais conseguem trabalhar de maneira conjunta para resolver problemas complexos de uma maneira criativa e adaptável. O que trará resultados de alto valor para a empresa.
Em outras palavras, SCRUM faz com que seu negócio consiga trabalhar com equipe reduzida e multifuncional, onda cada membro tem sua função e responsabilidades para chegar no objetivo final.
E assim, conseguirá ter mais eficiência e produtividade para entregar mais em menos tempo.
COMO FUNCIONA O SCRUM EM 10 PASSOS PRÁTICOS?
1. DEFINIÇÃO DOS 03 PILARES
Para entender bem o SCRUM, primeiro identifique seus 3 principais pilares que falamos anteriormente, que são:
- TRANSPARÊNCIA: que é fazer com que todos tenham conhecimento dos processos, requisitos de entrega e do andamento do projeto.
- INSPEÇÃO: que é acompanhar o progresso do projeto para saber se tudo está caminhando conforme o esperado ou alguma mudança precisa ser feita.
- ADAPTAÇÃO: que é corrigir a rota ou realizar alguma mudança quando necessária. Tudo para garantir o resultado final esperado e satisfatório.
2. PAPÉIS FUNDAMENTAIS
Agora, é hora de conhecer os 3 papéis fundamentais no Scrum. São eles:
PRODUCT OWNER
É o dono(a) do projeto, pessoa que é o ponto central e líder do processo como um todo. Será o product owner que decidirá o que pode ou não ser feito.
Além disso, irá avaliar os recursos e funcionalidades que precisam ser realizados, que são os Backlogs, que explicaremos daqui a pouco.
Também é responsabilidade do product owner deixar bem claro tudo o que está sendo buscado com o Srum no determinado projeto. E o que se espera de cada membro envolvido.
SCRUM MASTER
É a pessoa responsável para fazer com que todos da equipe entendam como funciona o scrum e fazer com que a equipe se mantenha em dia e focada.
Auxilia também a equipe a resolver problemas e ajuda a afastar tudo aquilo que possa atrapalhar a produtividade dos envolvidos.
Essa função é importante porque conhece bem como funciona o Scrum. E, por isso, orienta e facilita o trabalho de todos. Como se fosse um coach do projeto e também um facilitador.
Mas é importante deixar claro que o Scrum Master não é igual ao Product Owner. A diferença é que o Scrum Master não exerce a autoridade ligada ao Product Owner, mas sim auxilia no processo como um todo.
TIME SCRUM
Que é composto por todos os profissionais responsáveis pelo desenvolvimento do projeto em questão. É o que de fato irão construir o projeto.
Atuam em colaboração, com delegação de atividades, responsabilidades individuais e metas a serem cumpridas.
No Scrum, as equipes são autogerenciáveis e multidisciplinares.
Ou seja, trabalham de modo proativo e não precisam de supervisão, já que sabem muito bem o que precisa ser feito para atingir as metas e objetivos definido pelo Product Owner.
3. VISÃO DO PROJETO
Agora, é o momento de deixar claro qual é o projeto e o que se espera dele. Literalmente explicar bem a visão do projeto. E é o product owner que é responsável por isso.
4. PRODUCT BACKLOG
Feito isso, chegamos no product backlog. Que basicamente, consiste em uma lista de funcionalidades e características desejadas do produto ou projeto.
Ela é definida em ordem de prioridade, onde as entregas mais importantes são feitas no início do projeto.
E será o Product Owner que colocará essas funcionalidades em ordem de importância, que pode até ser auxiliado pelo Scrum Master.
E é importante deixar claro que o product backlog estará sempre evoluindo e se atualizando. Logo, é suscetível a ajustes constantes.
As tarefas do Backlog podem ser adicionadas, excluídas ou revisadas de acordo com as mudanças e as necessidades de negócio.
5. SPRINTS
Neste momento, entram os sprints. O product backlog normalmente apresentam diversos passos e exigências a serem feitas.
E para garantir a sua realização, os sprints entram em ação neste momento.
Basicamente, sprints são ciclos do projeto e tem uma duração definida (que pode durar alguns dias ou até meses) para que cada funcionalidade do product backlog sejam realizados e entregues.
E assim que um Sprint acaba, começa um outro logo na sequência. E o ideal é que todo Sprint tenha a mesma duração.
6. PLANEJAMENTO DE SPRINTS
E antes de começar os Sprints, é preciso realizar o Planejamento de Sprint (Sprint Planning), onde é criado o backlog de cada Sprint.
Com base nos 3 papéis fundamentais do scrum, que são o product owner, srum master e time scrum, que falamos anteriormente, aqui são definidas quantas funcionalidades do product backlog podem ser realizadas dentro de um Sprint.
Por exemplo:
Vamos imaginar que sua empresa quer desenvolver um sistema de delivery para entregar seus produtos para os seus clientes.
Durante o planejamento do Sprint, foi estudado e definido que é possível realizar 4 funcionalidades prioritárias do product backlog.
E terminado este Sprint, é esperado que parte do produto ou projeto seja entregue, que neste caso, é uma parte do sistema de delivery pronto.
Agora, começando o segundo Sprint, serão realizadas outras funcionalidades do product backlog, seguindo a ordem de prioridade.
E assim, terminado esse segundo Sprint, é esperado uma outra parte do sistema de delivery pronto.
Desse modo, a sequência de Sprint segue sendo feita e trabalhada até que o projeto total do sistema de delivery seja entregue por completo.
E é muito importante ressaltar que durante as realizações dos Sprint, identifique-se mudanças que devem ser incluídas na ordem de prioridade do backlog.
Dessa maneira, continuar trabalhando as mudanças e funcionalidades em cada Sprint.
7. DAILY SCRUM
Aqui, trata-se das reuniões diárias necessárias para saber se tudo está andando conforme o planejado. Essas reuniões precisam ser rápidas e práticas, que durem 15 minutos por exemplo.
E aqui, estão 3 perguntas básicas para identificar o andamento das tarefas:
- O que foi feito ontem que ajudou no alcance das metas?
- O que será feito hoje para ajudar a completar o Sprint?
- Quais são os impedimentos ou dificuldades para a tarefa?
Ao responder estas 3 questões, os responsáveis conseguirão visualizar o andamento das tarefas e identificar ajustes quando necessários também.
Como, por exemplo, saber se alguma tarefa está atrasada e precisa de auxílio para acelerar a sua execução e cumprir o prazo do Sprint em questão.
8. DEFINIÇÃO DE PRONTO (DEFINITION OF DONE)
Aqui é o documento que define quando parte do produto ou funcionalidade está pronta.
E é muito importante que ele seja elaborado pelos 3 papéis fundamentais do scrum, conforme falamos anteriormente.
9. SPRINT REVIEW
É a revisão do Sprint. Consiste, literalmente, na revisão da entrega de um Sprint.
O objetivo aqui é apresentar a evolução do projeto e discutir de modo colaborativo se há a necessidade de adaptações, por exemplo, antes de começar um novo Sprint.
Ou seja, se o que está sendo feito é o que está sendo esperado.
São nessas revisões que aparecem possíveis mudanças que precisamos considerar no backlog para atualizá-lo e iniciar o novo Sprint.
10. RETROSPECTIVA DO SPRINT
E depois do Sprint Review, acontece a Retrospectiva do Sprint. Essa é uma retrospectiva sobre as atividades realizadas, os aprendizados, os desafios e as oportunidades de melhorias.
Tudo isso para saber o que funcionou e o que não, antes de começar o próximo Sprint. De modo que o próximo Sprint seja ainda mais eficiente e assertivo.
E para resumir o que falamos aqui, essa é a imagem do processo do SCRUM, de forma resumida.
- Primeiro, define-se a visão do produto ou projeto.
- Depois, realiza-se o product backlog.
- Na sequência, vem a realização de cada Sprint. Sempre acompanhado do Planejamento de Sprints.
- E aí, com o Daily Scrum, que são as reuniões diárias, entende-se como estão o andamento das tarefas e entregas.
- E então, chegamos na Definição de Pronto, Sprint Review e Retrospectiva do Sprint para saber o que precisamos fazer antes de começar o próximo Sprint.
- Assim, sucessivamente até que o produto ou projeto seja entregue por completo.
Consideração Final
E por curiosidade: você já usa alguma metodologia ágil no seu negócio? Compartilhe suas experiências e dúvidas nos comentários abaixo! Queremos saber como o ágil está transformando seus resultados!
E com esses 3 exemplos de metodologias ágeis, saiba que trabalhar cada uma delas é um grande passo para a eficiência e otimização do seu negócio e projetos.
DICA EXTRA ESPECIAL
Mas sabemos que todo negócio tem problemas que aparecem todos os dias. E isso pode ser um caos.
Então, se quiser acabar com essa situação, recomendamos muito assistir esse vídeo que mostra a melhor forma de resolver todos os problemas em uma empresa e projetos. Que com certeza, vai te ajudar muito.
Para assisti-lo, é só clicar neste botão aqui embaixo 🙂
Esperamos que tenha gostado! E se quiser saber mais sobre como montar e gerenciar seu próprio negócio, acesse nosso canal no Youtube que temos vários vídeos sobre este assunto, tudo bem? Para acessá-lo, é só clicar aqui.
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Um abraço!
Marcus,
Blog Abri Minha Empresa






