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Dicas de Como Começar Um Negócio Do Zero

Dicas REAIS de COMO COMECAR UM NEGOCIO do Zero 1 - Dicas de Como Começar Um Negócio Do Zero

Dicas de Como Começar Um Negócio Do Zero de forma realista.

A maioria das pequenas empresas fecha não por falta de ideia, mas por falta de preparo no básico. Só que quase ninguém te ensina esse básico.

Então, se você está começando agora — ou já empreende, mas vive apagando incêndio — vou te mostrar as 17 recomendações essenciais para estruturar um negócio do jeito certo desde o início. São exatamente essas que farão a sua jornada empreendedora dar certo de verdade.

De forma realista, sem ilusões. Tudo o que funciona na prática mesmo e direto ao ponto.

DICAS DE COMO COMEÇAR UM NEGÓCIO DO ZERO

Então, vamos lá!

  1. ENCONTRE SEU PROPÓSITO

Procure definir, entender e enxergar bem o seu propósito. Tanto da sua vida quanto do seu negócio.

O propósito faz com que a gente acredite no caminho a ser seguido. Isso nos dá motivação e inspiração verdadeira todos os dias. Aumentando sempre as nossas energias para conquistar nossas metas e objetivos.

Muitos empreendedores iniciantes buscam cegamente o dinheiro. No entanto, tenha em mente que o dinheiro sustentável é consequência e resultado do seu trabalho bem-feito e sólido de todos os dias.

E fazer algo bem-feito por muito tempo funciona muito melhor quando você tem um propósito bem definido.

Algo que realmente você acredita e tenha muito valor para você. Trabalhe com algo que tenha paixão verdadeira. 

  1. QUAL O TIPO DE RIQUEZA QUE VOCÊ BUSCA AO EMPREENDER?

A ideia de que abrir um negócio é passaporte para a riqueza é alimentada por histórias de sucesso estrondoso e pela cultura do “vencer a qualquer custo”.

Casos assim existem, mas são exceções, não se trata de uma regra.

Porque a realidade da maioria dos empreendedores envolve muito trabalho, superação de obstáculos e uma recompensa financeira que, muitas vezes, permite viver com dignidade e reinvestir no sonho. Mas que não se traduz em fortunas cinematográficas.

E isso não é fracasso. Muito pelo contrário.

O problema disso tudo é o peso da expectativa.

Medir o valor da sua jornada apenas por quão “rico(a)” você pode ficar é gerar ansiedade e desviar o foco do que realmente te move.

Assim, libertar-se dessa obrigação de “ficar rico(a)” nos moldes tradicionais é o primeiro passo para uma satisfação mais autêntica. Uma realização pessoal de verdade.

O QUE É “RIQUEZA” PARA VOCÊ? SUCESSO SOB MEDIDA.

Se a riqueza financeira não é o único indicador de sucesso, o que seria então?

Por isso, te convidamos para uma pausa para refletir.

O conceito de “riqueza” se expande aqui, ganhando seus traços pessoais.

Aqui, para cada empreendedor(a), a definição será única.

Por isso, é muito importante entender que existem outras intepretações sobre riqueza. As quais muitas vezes, são ofuscadas quando o foco é só o dinheiro. Como, por exemplo:

Enfim, o sucesso é multifacetado. Tem muitas frentes, muitos valores.

Então, se quiser entender o tipo de riqueza que você realmente deseja e que se encaixe perfeitamente com o seu estilo, assista esse vídeo aqui que explica exatamente isso. Clicando aqui embaixo 🙂

  1. SEU NEGÓCIO VAI RESOLVER UM PROBLEMA REAL?

Comece pensando no que seu negócio resolverá.

Porque é muito mais fácil obter uma base de clientes sólida quando sua empresa está resolvendo um problema. Assim, seu negócio deve preencher uma lacuna em um determinado mercado.

Logo, explique para si mesmo(a) o porquê você montou ou está abrindo seu próprio negócio.

Entender seus motivos te ajudará a criar uma marca e divulgar sua empresa.

No entanto, saiba muito bem quais problemas/necessidades seus potenciais clientes enfrentam e como sua empresa conseguirá ser a solução ideal para eles.

Sempre se lembre que atender uma demanda real é fundamental para ter sucesso com seu negócio.

Justamente por isso que recomendamos muito você entender muito bem seu público-alvo para trabalhar essa dica.

  1. CONHEÇA SEU PÚBLICO-ALVO

Para quem você está falando? Quem você quer alcançar?

E aqui, não basta dizer “todo mundo”. Quanto mais você conhece seu público, mais fácil será criar conteúdo que realmente interesse a ele.

Vá além de idade e localização. Pense nos interesses, nos problemas que eles enfrentam, nos sonhos que eles têm.

Antes de sair oferecendo para todo mundo, pare e pense: quem é o cliente perfeito para o seu negócio?

Ter clareza sobre isso é fundamental quando você ainda não tem nenhuma venda.

Desse modo, faça um exercício: crie um retrato do seu ou sua cliente ideal. Pergunte-se:

Esse exercício funciona como um mapa. Ele mostra exatamente para onde você deve direcionar sua energia, evitando desperdício de tempo e dinheiro.

E para te ajudar nisso, crie uma persona.

Resumidamente, buyer persona é a representação ideal do seu cliente.

Trata-se de uma pessoa fictícia que, a partir do seu público-alvo, foi sendo desenhada de acordo com suas características mais pessoais e particulares.

E a construção destas personas é uma etapa estratégica fundamental para garantir que seus esforços estejam direcionados para as pessoas certas.

Então, entender profundamente quem é sua persona permite ajustar o tom da comunicação, as promessas da sua oferta e até mesmo o canal de aquisição mais eficaz.

Além disso, serve para que você e sua empresa possam entender melhor seus clientes. E dessa maneira, oferecer exatamente um produto ou serviço que eles realmente precisam. No lugar certo, na hora certa.

  1. AQUISIÇÃO DE CLIENTES

Muita gente estuda público-alvo, mas esbarra no maior desafio de quem está começando: descobrir como conquistar clientes na prática.

É comum o empreendedor(a) acreditar que basta postar nas redes sociais e esperar que os clientes apareçam — e aí vem a frustração. Por isso, entender canais de aquisição é tão importante.

Conseguir atrair, conquistar e, principalmente, manter seus clientes é um dos principais desafios do empreendedorismo.

E aqui, trabalhar bem a prospecção de clientes é fundamental.

Basicamente, é o processo de encontrar clientes potenciais que correspondem ao perfil ideal para o seu negócio. E assim, iniciar um primeiro contato para criar um relacionamento e efetuar uma venda.

Em outras palavras, é encontrar oportunidades para conquistar novos clientes a fazerem negócio com sua empresa.

Literalmente, oferecendo não só seus produtos/serviços, mas sim soluções para possíveis problemas ou necessidades para eles.

O funil de vendas…

E por ser o primeiro contato que a sua empresa tem com os clientes, a prospecção de clientes tem como um dos objetivos, introduzir os clientes no funil de vendas.

Que em poucas palavras, é uma representação do caminho que o cliente faz até fechar uma compra.

Desse modo, a venda em si seria uma consequência positiva de todo esse processo. E é exatamente por isso que é preciso entender muito bem o funil de vendas do seu negócio.

  1. PLANO DE NEGÓCIOS

Antes de montar qualquer estrutura, o seu plano de negócio é a bússola que te guiará. Não precisa ser um documento formal de 50 páginas. Para começar, basta responder quatro perguntas-chave de forma clara e objetiva.

  1. Quem é seu público? Para quem você vende? Tente imaginar essa pessoa em detalhes: o que ela faz, quais são seus gostos, quais são seus problemas e onde ela passa o tempo online.
  2. O que te torna único(a)? O que você tem de diferente do que já existe? Pode ser um atendimento super atencioso, uma embalagem especial, um produto mais artesanal, ou até um nicho de mercado específico que ninguém está explorando. (VINHETA NICHO DE MERCADO)
  3. Quem é a sua concorrência? Quem mais vende algo parecido? Estude o que eles fazem bem e onde você pode ser melhor. Use essa análise para afinar a sua oferta.
  4. Qual a sua meta de vendas? Com os seus R$ 500 de investimento, quantos produtos ou serviços você precisa vender para recuperar o seu dinheiro? E para ter um lucro pequeno? Pense em números reais para ter um objetivo claro.

Enfim, trabalhar um plano de negócio é fundamental. Porque ele vai te ajudar a definir se sua ideia de negócio é viável, lucrativa e sólida.

Ainda, apontando pilares fundamentais como:

Enfim, pontos bem importantes mesmo. Ao mesmo tempo, definir como entregará o produto ou serviço para o cliente. Como por frete, envio digital, reuniões presenciais ou online, enfim.

Então, se quiser conhecer como desenvolver o seu plano de negócio, assista esse vídeo que mostra exatamente isso. Clicando aqui embaixo 🙂

  1. TESTE SUA IDEIA

Teste um serviço, faça vendas pequenas, entenda o comportamento dos clientes.

Quanto mais informação você tiver antes da transição, menor será a chance de quebrar no segundo mês.

Dessa forma, antes de investir tudo, teste o seu produto ou serviço em pequena escala.
Isso é o que chamamos de MVP (Produto Mínimo Viável) — a versão mais simples e funcional da sua ideia.

O objetivo é testar, aprender e ajustar.
Assim você economiza tempo, dinheiro e aprende o que realmente funciona no seu público.

Então, se quiser saber mais sobre como trabalhar o MVP no seu negócio, escreva nos comentários “MVP” que se tiver bastante pedidos, vou montar um conteúdo sobre isso, combinado?

  1. PLANEJAMENTO FINANCEIRO

planejamento financeiro consiste em uma projeção de receitas e despesas para um determinado período. Além disso, analisa os cenários projetados e estabelece metas com base nestas informações.

Em outras palavras, será ele que apontará as diretrizes para que o negócio seja rentável, através de um conjunto de ações, ferramentas e controles que buscam entender, organizar e gerenciar os recursos financeiros de uma empresa para curto, médio e longo prazos.

Ou seja, o planejamento financeiro empresarial tem como objetivo principal garantir que sua empresa tenha dinheiro suficiente em caixa para ter uma vida saudável, consiga aproveitar oportunidades ou resolver possíveis emergências. E, assim, crescer constantemente.

8.1 separe suas contas pessoais das da empresa

Pense no seu pequeno negócio como um organismo próprio. Ele tem suas próprias receitas (o dinheiro que entra) e suas próprias despesas (o dinheiro que sai).

Quando você mistura as finanças, é como se o dinheiro da empresa e o seu dinheiro pessoal estivessem em um único bolo.

Você usa o dinheiro do bolo para pagar tanto as contas da empresa quanto as suas contas pessoais, sem saber exatamente de onde cada gasto está saindo. Isso gera uma confusão enorme, certo?

É exatamente isso que acontece quando você mistura as finanças. 

E ao fazer isso, surgem problemas bem perigosos, como:

Desse modo, a dica prática aqui é a regra número um de qualquer negócio saudável: tenha contas bancárias separadas.

Logo, abra uma conta corrente de pessoa jurídica (PJ) para a sua empresa e use-a exclusivamente para as movimentações do negócio. 

Para seus gastos pessoais, use sua conta de pessoa física (PF).

Essa simples atitude já vai trazer uma clareza gigantesca para a sua gestão.

8.2 RESERVA FINANCEIRA

Ao empreender, você não terá salário fixo. E isso muda tudo.

Com isso, o ideal é ter:

Sem isso, o empreendedor(a) passa a tomar decisões com desespero. E não com estratégia.

8.3 CUIDADO COM EMPRÉSTIMOS

Pegar dinheiro emprestado tem sentido se a operação mantém a saúde financeira do negócio e da sua vida pessoal.

Desse modo, faça três verificações básicas:

Uma referência prática: a parcela não deve comprometer mais do que 25% do lucro líquido previsto nos primeiros meses, de acordo com alguns especialistas. Porque isso ajuda a reduzir o risco de sufoco.

Assim, faça simulações com juros maiores do que o estimado (que é o que chamo de “cenário estressado”).

Prazos curtos elevam parcela; prazos muito longos podem custar caro em juros.

Logo, colocar um bem como garantia reduz juros, mas aumenta risco pessoal.

Compare propostas de banco, fintech, cooperativa e fundos de microcrédito. O CET, que falei antes, mostra o custo real do empréstimo.

CET (Custo Efetivo Total): é o valor real do empréstimo com todos os encargos (juros, tarifas, tributos, seguros). É a soma de todos os gastos que você terá, permitindo uma comparação transparente entre as ofertas.

MAS, MUITA ATENÇÃO…

Empréstimo não é salário.

É extremamente arriscado usar crédito para pagar suas contas pessoais enquanto o negócio não dá lucro.

Isso cria uma dependência que destrói o caixa e impede que a empresa se sustente sozinha.

O dinheiro emprestado serve para estruturar a operação, não para sustentar sua vida pessoal.

Logo, antes de pedir crédito, garanta uma forma de segurar seu custo de vida sem depender da dívida.

  1. GESTÃO DE MARKETING

Em suma, é o gerenciamento que analisa e monitora as estratégias, ações, processos, e pessoas relacionados as atividades de marketing. De maneira que agregue valor ao mercado e seus consumidores. Bem como atingir as metas e objetivos do negócio.

Com essa gestão de marketing, é possível identificar e encontrar maneiras de atender demandas e oportunidades identificadas. Bem como trabalhar possíveis falhas e ameaças.

Ainda, sempre monitorando e estudando o mercado, concorrentes, comportamento dos consumidores, fornecedores e outros assuntos de forma organizada, coerente e planejada.

Tudo para satisfazer e encantar os clientes. Atendendo e resolvendo seus problemas e necessidades, ao mesmo tempo que gere lucro para a empresa.

  1. GESTÃO OPERACIONAL E ESTRATÉGICA

Antes de tudo, é importante entender a diferença entre o que é operacional e o que é estratégico na sua empresa.

De forma prática, o operacional é o dia a dia: atender clientes, pagar contas, resolver imprevistos, cuidar de estoque, fazer a roda girar.

Em outras palavras, são as tarefas rotineiras, a execução imediata, o foco na eficiência do agora. Isso inclui a produção, o atendimento aos clientes, a gestão de estoque, as finanças básicas, entre tantas outras áreas.

É execução, rotina, o agora.

Já o estratégico é o pensar antes de agir. É ter uma visão de longo prazo, definir a direção geral da empresa, sua missão, visão e valores.

Ou seja, é analisar o mercado, definir metas, planejar o futuro e tomar decisões que direcionam a empresa para onde ela quer chegar.

Desse modo, enquanto o operacional mantém o negócio vivo, o estratégico o faz crescer.

  1. DIFERENCIAÇÃO DE MERCADO

Em um mercado competitivo, é essencial que sua empresa tenha um diferencial claro.

E a Diferenciação de mercado é o que torna sua empresa única aos olhos do cliente.

Ou seja, é aquilo que faz alguém escolher você ou sua marca, mesmo com concorrentes oferecendo algo parecido.

Esse diferencial pode estar no atendimento, na qualidade do produto ou serviço, na forma como você entrega, no preço, na experiência de compra, na marca, ou até em um posicionamento autêntico que se conecte com valores do seu público.

Dessa forma, comunique esse diferencial de forma clara em todas as suas ações de marketing. Mostre ao cliente por que ele deve escolher você.

Inclusive, se quiser conhecer as principais estratégias para se diferenciar no mercado, escreva nos comentários “diferenciação de mercado” que ficaremos felizes em desenvolver um conteúdo desse tipo para você, combinado?

  1. METAS E OBJETIVOS REALISTAS

Não existe estratégia sem direção. Então, defina onde você quer chegar e como vai medir esse progresso.

Se ainda não tem missão, visão e valores, comece por aí. Eles são a base da identidade da sua empresa. 

Depois, transforme seus objetivos em metas concretas — específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo. Isso ajuda a tirar as ideias do papel e acompanhar resultados.

Com esses dados em mãos, você toma decisões mais seguras e evita desperdiçar tempo e recursos em ações sem retorno. 

  1. PRECIFICAÇÃO ESTRATÉGICA

Não basta cobrar “o valor da concorrência”. Cada negócio tem seus custos. E impostos fazem parte do cálculo.

Logo, a precificação do seu negócio precisa ser coerente e estratégica desde o começo.

  1. FORMALIZE SEU NEGÓCIO

E para isso, você precisa ter um CNPJ aqui no Brasil ou outro cadastro se estiver em outro país.

Dessa forma, trabalhar sem CNPJ pode até parecer mais simples, mas traz grandes riscos. Como: dificuldade para emitir notas fiscais, problemas com clientes que exigem formalidade, impossibilidade de acessar crédito, falta de proteção jurídica, entre tantos outros problemas.

E no Brasil, existem algumas modalidades para enquadrar sua empresa. Tudo vai depender do tamanho da sua empresa, previsão de faturamento, modelo de negócio, enfim.

Mas de forma prática, os modelos mais comuns para pequenos negócios no Brasil são:

Mas, existem outras categorias além dessas.

Então, uma dica prática aqui é consultar um contador(a) para entender qual é o modelo mais adequado para o seu caso. Isso evita problemas e já coloca sua empresa no caminho profissional desde o início.

Inclusive, se quiser conhecer os tipos de modalidades de empresas aqui no Brasil, assista esse vídeo que mostra que mostra os principais delas. Clicando neste botão aqui embaixo 🙂

  1. CONTABILIDADE

Em poucas palavras, contabilidade é a ciência que estuda, registra e interpreta as informações financeiras das empresas e as atividades que afetam suas administrações econômicas.

Na prática, ela auxilia o processo de administração das empresas. Tudo através de informações e relatórios que orientam os gestores a seguirem determinados caminhos para ter mais lucratividade e sucesso do negócio. Tudo conforme as leis.

Em parte, trata-se da entrada e saída de dinheiro. No entanto, esse simples movimento influencia diversos outros assuntos e frentes.

Tenha em mente que toda entrada e saída de dinheiro do seu negócio precisa ser registrado, processado e repassado ao governo. O que influencia na quantidade de impostos, taxas e obrigações que devem ser cumpridas conforme a legislação.

E é justamente isso que a contabilidade monitora e gerencia. Papel exercido pelos contadores ou empresas especializadas neste assunto.

 

  1. NETWORKING

Basicamente, Networking é uma ferramenta que viabiliza a construção de relações profissionais, cultivá-las em diversos ambientes e utilizar essas relações para alguma finalidade.

Dessa forma, conecte-se com pessoas influentes em sua área. Participe de eventos, busque mentores e colabore com outros profissionais.

Tenha em mente que a rede de contatos certa pode abrir portas e criar oportunidades incríveis e inesperadas.

Ainda, muitos empreendedores ignoram a sua rede pessoal. Amigos, familiares e colegas podem ser seus primeiros clientes — ou, pelo menos, os primeiros a indicar você.

Por exemplo: se você trabalha com confeitaria, você pode conquistar seus primeiros pedidos oferecendo degustações no condomínio do seu prédio. Simples e eficaz.

  1. AUTOANÁLISE

Um passo muito importante é fazer uma autoanálise. É preciso ter muita sinceridade e apontar não só seus pontos positivos, mas também os negativos.

Desse modo, conseguir se conhecer é extremamente importante para você não cometer erros por motivos emocionais. Tenha em mente que o principal pilar do empreendedorismo é o próprio(a) empreendedor(a).

Porque será você a principal pessoa para fazer com que o seu negócio dê certo e tenha muito sucesso. E para empreender, a razão precisa ser sempre, sempre muito clara.

Assim, nessa autocrítica, pontue quais são suas:

De fato, esse é um momento ideal para você fazer uma análise SWOT da sua própria pessoa, listando suas Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças.

Dessa maneira, você conseguirá enxergar o que pode te ajudar e, também, te atrapalhar durante todo o processo da construção e manutenção do seu próprio negócio.

CONSIDERAÇÃO FINAL

E com essas dicas que mostrei agora, se trabalhar cada uma delas muito bem, saiba que você está na frente de muita gente e muito mais preparado(a) para empreender. Tenha certeza disso.

  1. ENCONTRE SEU PROPÓSITO
  2. QUAL O TIPO DE RIQUEZA QUE VOCÊ BUSCA AO EMPREENDER?
  3. SEU NEGÓCIO VAI RESOLVER UM PROBLEMA REAL?
  4. CONHEÇA SEU PÚBLICO-ALVO
  5. AQUISIÇÃO DE CLIENTES
  6. PLANO DE NEGÓCIOS
  7. TESTE SUA IDEIA
  8. PLANEJAMENTO FINANCEIRO
  9. GESTÃO DE MARKETING
  10. GESTÃO OPERACIONAL E ESTRATÉGICA
  11. DIFERENCIAÇÃO DE MERCADO
  12. METAS E OBJETIVOS REALISTAS
  13. PRECIFICAÇÃO ESTRATÉGICA
  14. FORMALIZE SEU NEGÓCIO
  15. CONTABILIDADE
  16. NETWORKING
  17. AUTOANÁLISE

Empreender exige maturidade, não impulso. Mas é exatamente essa maturidade que transforma o sonho em negócio.

Inclusive, é preciso conhecer pontos fundamentais que muitos profissionais iniciantes não conhecem e acabam falhando no empreendedorismo.

Que é exatamente o que mostramos nesse vídeo sobre tudo que precisa saber antes de montar um negócio próprio. Para você não ter nenhuma surpresa e se preparar com mais coerência e realidade. Para assisti-lo, é só clicar neste botão aqui embaixo 🙂

Esperamos que tenha gostado! E se quiser saber mais sobre como montar e gerenciar seu próprio negócio, acesse nosso canal no Youtube que temos vários vídeos sobre este assunto, tudo bem? Para acessá-lo, é só clicar aqui.

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Um abraço!

Marcus,
Blog Abri Minha Empresa

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